Políticas

Política de comportamento

Última atualização 04/06/2026

Título do Documento 

Política de Comportamento 

Organização 

A Língua em Ação (Malvern International) 

Versão 

2.0 

Data de Emissão 

Maio de 2026 

Data de Revisão 

Maio de 2027 

Política Dono 

Chefe de juniores 

Aprovado por 

Responsável Designado pela Proteção 

1. VISÃO GERAL E OBJETIVOS

Language in Action está comprometida com a saúde, segurança e bem-estar – tanto físico quanto emocional – de todos os membros de sua comunidade, alunos e funcionários igualmente. Todo aluno tem o direito de aproveitar sua experiência e trabalhar para atingir seus objetivos educacionais sem interrupções causadas pela má conduta de outro aluno.

A Language in Action está comprometida com igualdade de oportunidades e não discriminação em todos os aspectos de sua prestação, de acordo com a Lei da Igualdade de 2010.

Os parâmetros de comportamento inaceitável são esclarecidos para todo o corpo discente durante o processo de integração, incluindo as regras de saúde e segurança (por exemplo, alarmes de incêndio e fumaça) e as leis do Reino Unido relativas a fumo e álcool. As expectativas de conduta estudantil também são fornecidas nos termos e condições do pacote de integração estudantil e no site da Language in Action.

Language in Action está ainda mais comprometido em:

  • Incentivar alunos e funcionários a denunciar o bullying, com a garantia de que cada situação será tratada com seriedade e integridade
  • Seguindo a Política de Salvaguarda e Prevenção do Grupo e o adendo LiA para qualquer aluno menor de 18 anos
  • Manter registros detalhados para identificar padrões de comportamento e prevenir incidentes futuros
  • Cumprindo suas obrigações legislativas nos termos da Human Rights Act 1998 e da Equality Act 2010

2. DEFINIÇÕES E QUADRO ANTIBULLYING

Bullying é definido, de acordo com a Estratégia Anti-Bullying do Office of Children and Young People’s Services, como uma tentativa persistente e deliberada de machucar ou humilhar alguém. A maioria das formas de bullying compartilha três características comuns: é intencionalmente prejudicial, é repetido ao longo do tempo e há um desequilíbrio de poder que dificulta a defesa da vítima.

O bullying pode assumir as seguintes formas:

  • Físico: bater, chutar, empurrar, intimidação ou interferência com propriedade pessoal
  • Verbal: ameaças, provocações, insultos, ostracismo ou disseminação de boatos
  • Racista: abuso ou ridículo baseado em raça, cor, etnia, nacionalidade, cultura ou língua
  • Baseada em fé ou cultura: estereótipos negativos ou ridicularização baseados em religião ou cultura
  • Sexista: uso de linguagem sexista ou estereótipos negativos baseados no gênero
  • Sexual: contato físico indesejado ou inapropriado ou insinuação sexual, compartilhamento de imagens e/ou vídeos nus e seminuados (também conhecido como sexting ou imagens sexuais produzidas por jovens)
  • Homofóbico: insultos ou estereótipos negativos baseados na orientação sexual
  • Relacionado à deficiência: apelidos, estereótipos ou exclusão com base em deficiência ou dificuldades de aprendizagem
  • Altamente Dotado/Talentoso: ostracismo ou pressão negativa de colegas baseada em altos níveis de habilidade ou esforço
  • Cyberbullying: abuso online ou por texto, interferência em arquivos eletrônicos ou compartilhamento inadequado de imagens

O bullying é considerado uma preocupação de salvaguarda e, portanto, esta política deve ser lida em conjunto com a Política de Salvaguarda e Prevenção do Grupo e o adendo LiA.

3. PRINCÍPIOS DE POLÍTICA

  • Todos os alunos devem ser claramente informados sobre o comportamento esperado em sala de aula, durante passeios e em todas as outras atividades, incluindo o que constitui conduta inadequada para com professores, funcionários e colegas.
  • Professores e Equipe Operacional devem se sentir apoiados por seus gerentes e pela organização ao serem confrontados com mau comportamento
  • Os gerentes devem ser informados o mais rápido possível para que possam resolver os problemas antes que se agravem, e devem agir de forma justa e imparcial em seus julgamentos.
  • O bullying não será tolerado de forma alguma; todas as denúncias serão rigorosamente investigadas, e as sanções podem incluir suspensão ou expulsão.

4. PROCEDIMENTO DISCIPLINAR DO ALUNO

Incidentes de má conduta leve são tratados por Professores e Equipe Operacional à medida que ocorrem. Questões mais sérias ou repetidas são escaladas através do seguinte procedimento gradual.

Nível do incidenteAção a Ser Tomada

1. Contravenções menores

Exemplos incluem, mas não se limitam a:

  • Falar repetidamente na língua materna durante a aula
  • Comportamento barulhento na cantina e em outros espaços do campus
  • Evitar filas para o jantar
  • Violação do toque de recolher
  • Grosseria com funcionários ou prestadores de serviço (falta de educação)
  • Não seguir instruções em viagens

Primeira ofensa: Ação A.
Segunda infração: Ação B.

A. Advertência verbal informal

Usado com pequenas ou raras transgressões de alunos que não justificam um registro formal. Geralmente dado por professores ou pessoal operacional.

2. Contravenções

Exemplos incluem, mas não se limitam a:

  • Comportamento frequentemente inadequado em sala de aula
  • Atraso frequente
  • Raramente, mas intencionalmente, desobedecer às instruções da equipe
  • Formas mais leves de bullying (ex: falta de gentileza com colegas)

Primeira infração: Ação B.
Segunda infração: Ação C.

B. Advertência verbal formal

Advertências verbais registradas como incidentes e dadas pela equipe de gestão, idealmente pelo Gerente do Centro ou Diretor de Estudos. A advertência é registrada e o aluno é lembrado que incidentes adicionais podem levar a sanções disciplinares mais sérias.

3. Má conduta grave ou contínua

Exemplos incluem, mas não se limitam a:

  • Continuar a se comportar da mesma maneira após uma Advertência Verbal Formal
  • Formas mais graves de bullying (por exemplo, físicas ou emocionais)
  • Comportamento inadequado persistente em sala de aula
  • Tabagismo e consumo de álcool por menores de idade
  • Dano pequeno, isolado, mas intencional (ex: disparar um extintor de incêndio)

Primeira infração: Ação C.
Segunda ofensa: Ação D.

C. Advertência por escrito

Os Gerentes de Operações e Bem-Estar devem ser notificados. Eles informarão o agente do aluno e solicitarão que os pais sejam informados. O Gerente do Centro organizará uma reunião formal com o Líder do Grupo, o aluno e o Oficial de Bem-Estar para emitir a Advertência Formal.

4. Conduta Inadequada que Justifica a Expulsão

Exemplos incluem, mas não se limitam a:

  • Comportamento repetido após Advertência por Escrito
  • Risco grave à própria pessoa ou a terceiros
  • Interrompendo o programa de forma contínua e consciente
  • Comportamento que se torna incontrolável para a equipe do centro
  • Abuso de drogas, incluindo as chamadas "legal highs"
  • Desobediência constante e intencional às instruções
  • Dano grave e malicioso à propriedade
  • Qualquer abuso físico, verbal ou sexual de alunos ou funcionários
  • Violação da lei britânica

D. Expulsão do Programa e/ou do Centro

Gerentes de Operações e Bem-Estar devem ser consultados e, através deles, a agência e os pais informados. Alunos e Líderes de Grupo também devem ser informados sobre o Procedimento de Reclamação.

Os níveis de expulsão incluem:

  • Remoção permanente das aulas e/ou atividades
  • Remoção permanente do centro

5. PROCESSO PARA INCIDENTES GRAVES

É muito raro um aluno ser excluído após um único incidente. Os seguintes passos se aplicam:

  1. O membro da equipe aborda o comportamento diretamente com o aluno, esclarecendo o que é inaceitável, seu impacto e o padrão de conduta esperado daqui para frente.
  2. O funcionário informa seu gerente, que monitora a situação
  3. Caso nenhuma melhora seja observada, o gerente direto conversa com o aluno, ouve sua versão dos fatos, reavalia a situação e informa a matriz.
  4. Se o comportamento continuar, o gestor direto advertirá formalmente o estudante de que serão tomadas medidas adicionais dentro de um prazo estipulado.
  5. Se o mau comportamento persistir, a expulsão é executada como último recurso, de acordo com o procedimento disciplinar.

Para que a expulsão tenha efeito, os Gerentes de Operações e Bem-Estar devem ser consultados, e através deles a agência e os pais/responsáveis devem ser informados. O aluno tem o direito de ser acompanhado em qualquer reunião formal.

A Language in Action garantirá que a viagem de regresso seja devidamente organizada e que o aluno seja escoltado em segurança até ao ponto de partida. A equipa manterá o dever de cuidado desde o momento em que a decisão for comunicada até que o aluno passe pelo portão de partida.

6. GUIA PARA A EQUIPE: RESPONDENDO A COMPORTAMENTOS DESAFIADORES DE ALUNOS

Esta seção fornece orientações operacionais para a equipe sobre como identificar, abordar e escalar comportamentos desafiadores de alunos. Complementa o Procedimento Disciplinar de Alunos descrito acima e deve ser lido em conjunto com a Política de Salvaguarda e Prevenção do Grupo e o adendo LiA.

Finalidade

Para garantir que o comportamento desafiador do aluno seja abordado de forma rápida e consistente, minimizando seu impacto no membro da equipe, no grupo maior de alunos e no ambiente de aprendizado.

  • PrincípiosA equipe nunca deve gerenciar uma situação desafiadora isoladamente; o envolvimento do gerente de linha é esperado desde o início.
  • Todas as partes devem ser tratadas de forma justa e imparcial; o comportamento de todos os indivíduos envolvidos deve ser considerado antes que uma ação seja tomada
  • A intervenção precoce é sempre preferível à escalada; espera-se que os funcionários ajam ao primeiro sinal de dificuldade
  • O pessoal que levanta preocupações sobre o comportamento dos alunos deve sentir-se totalmente apoiado pelos seus gestores e pela organização.

Guia Passo a Passo para a Equipe

Etapa 1 – Intervenção Direta

Na primeira instância de mau comportamento, o membro da equipe deve conversar com o aluno em particular, sempre que possível. A conversa deve abranger: qual comportamento específico é inaceitável, o impacto que ele está tendo sobre os outros e metas claras para o padrão de conduta esperado daqui para frente. O membro da equipe também deve notificar seu gerente direto sobre a situação e mantê-lo atualizado conforme ela se desenvolve.

Passo 2 – Envolvimento do Gerente Direto

Se o comportamento não melhorar após a Etapa 1, o gerente direto fala diretamente com o aluno para ouvir seu relato, reavaliar a situação e reiterar as expectativas comportamentais. O gerente direto também informa a Sede nesta fase.

Passo 3 – Advertência Formal e Prazo

Se o mau comportamento continuar após a Etapa 2, o gerente direto informa formalmente ao estudante que uma melhoria específica é necessária dentro de um prazo definido e que a falha em melhorar resultará em outras ações disciplinares de acordo com o Procedimento Disciplinar do Estudante.

Passo 4 – Escalonamento para Procedimento Disciplinar

Se nenhuma melhora for observada dentro do prazo acordado, o assunto será escalado de acordo com o procedimento disciplinar (ver Seção 4). A expulsão só será aplicada como último recurso, após consulta completa com os Gerentes de Operações e Bem-Estar e notificação da agência e dos pais/responsáveis.

O que a equipe deve documentar

Em cada etapa, a equipe deve registrar:

  • Data e natureza do incidente ou preocupação
  • A ação tomada e por quem
  • A resposta do aluno
  • Quaisquer compromissos ou prazos acordados

Os registros devem ser encaminhados ao Gerente do Centro e armazenados de forma segura. Em caso de escalonamento para expulsão, documentação completa de todas as etapas é requerida e será disponibilizada ao aluno mediante solicitação.

Lembretes para Funcionários que Trabalham com Alunos Menores de 18 Anos

Ao lidar com comportamentos desafiadores envolvendo alunos menores de 18 anos, a equipe deve:

  • Certifique-se de que um segundo adulto esteja presente durante qualquer conversa formal com o aluno
  • Notifique o Oficial de Bem-Estar o mais cedo possível
  • Não faça contato com pais/responsáveis diretamente sem autorização prévia do Gerente do Centro ou da Sede
  • Siga a Política de Salvaguarda do Grupo e Prevenção e o adendo LiA, se houver alguma preocupação com o bem-estar do aluno.

7. RELATÓRIOS E REGISTROS

Todas as questões de comportamento problemático são registradas pela equipe de Gerenciamento do Centro. Em caso de exclusão, todas as etapas que levaram a essa decisão – incluindo atas de reuniões formais – devem ser devidamente documentadas. Este relatório será disponibilizado ao aluno mediante solicitação.

Para incidentes de bullying especificamente:

  • O incidente é relatado ao Oficial de Bem-Estar ou Gerente do Centro, que investiga imediatamente
  • Se houver um elemento racial ou outros motivos para escalada, um membro da Sede é informado sem demora
  • Cópias físicas e digitais dos relatórios de incidentes são armazenadas em pastas seguras.
  • O Diretor de Estudos, professores relevantes e líderes de grupo das agências são informados e encorajados a monitorar a situação
  • As sanções contra o infrator são determinadas pela Gerência do Centro e/ou pela Matriz, conforme apropriado.
  • O registro e o armazenamento de informações devem estar em conformidade com a seção 10 da Política do Grupo de Salvaguarda e Prevenção e com o adendo do LiA. Caso quaisquer incidentes também representem uma preocupação de salvaguarda, isso deve ser registrado no log de salvaguarda.

8. ÁREAS ESPECÍFICAS DE RESPONSABILIDADE

A Sede da LIA irá:

  • Determinar e revisar estratégias e procedimentos
  • Assegurar que todos os funcionários tenham a oportunidade de discutir estratégias e revisá-las
  • Discutir o desenvolvimento de estratégias com a equipe de gerência do centro
  • Garanta que o treinamento adequado para a equipe esteja disponível
  • Certifique-se de que os procedimentos sejam comunicados a todos os funcionários, alunos e pais/responsáveis
  • Revisar relatórios de incidentes graves e identificar melhorias

Gerentes de Centro, Coordenadores de Campus e Oficiais de Bem-Estar irão:

  • Ser responsável pelo gerenciamento diário da política e dos sistemas
  • Assegurar que existam estratégias e procedimentos positivos para ajudar tanto as pessoas que sofrem o bullying quanto os agressores
  • Manter a sede da LIA informada sobre todos os incidentes
  • Organizar o treinamento relevante da equipe
  • Determinar a melhor forma de envolver os pais/responsáveis na resolução de problemas individuais dos alunos menores de 18 anos
  • Comunique todos os incidentes à sede assim que ocorrerem

Todos os funcionários deverão:

  • Ser responsável por garantir que as estratégias positivas da LIA sejam implementadas
  • Esteja ciente das políticas e procedimentos da LIA em relação a comportamento e assédio.
  • Lide com quaisquer incidentes comunicando-os à equipe da administração do centro
  • Nunca deixe que nenhum caso de bullying passe despercebido, seja nas instalações da escola ou durante uma atividade fora delas

9. ACONSELHAMENTO E APOIO

Onde o aconselhamento ou suporte adicional for considerado apropriado, o Language in Action indicará os serviços profissionais relevantes tanto para o aluno afetado quanto, quando adequado, para o perpetrador. Em primeira instância, um Oficial de Bem-Estar treinado falará com o aluno para determinar o curso de ação apropriado. Em casos graves, o agente e – quando o aluno for menor de 18 anos – o pai/responsável serão contatados.

Os alunos devem estar cientes de que qualquer informação compartilhada com a equipe a respeito de atividades ilegais não pode ser mantida em sigilo quando houver risco potencial para terceiros.

O assédio a membros da equipe deve ser reportado em primeira instância ao gerente direto relevante, que, por sua vez, informará um membro da Sede.

10. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

A sede da LIA manterá e analisará os relatórios sobre incidentes graves. Esses relatórios serão discutidos pela equipe de gestão da Language in Action / Malvern International para avaliar quais lições podem ser extraídas e como os procedimentos podem ser aprimorados ao longo do tempo.

Apêndice A: Orientações aos Estudantes

Se você estiver sofrendo bullying:

  • Seja firme e claro; faça contato visual e diga ao agressor para parar
  • Afaste-se da situação, se possível
  • Informe um membro da equipe o mais rápido possível
  • Peça a um amigo para te acompanhar se precisar de apoio
  • Continue se manifestando até que alguém te ouça
  • Não se culpe

Ao relatar um incidente, esteja pronto para descrever:

  • O que aconteceu e com que frequência
  • Quem esteve envolvido e quem testemunhou?
  • Onde aconteceu
  • Quais passos você já tomou

Após um incidente de bullying:

  • Diga a um membro da equipe
  • Peça a um amigo que o acompanhe se precisar de apoio para discutir o incidente
  • Continue se manifestando até que alguém te ouça
  • Não se culpe pelo que aconteceu

Apêndice B: Aconselhamento aos funcionários

Sinais de que um aluno pode estar sofrendo bullying:

  • Uma mudança repentina de comportamento ou humor
  • Faltar às aulas sem motivo aparente
  • Parece feliz fora da escola, mas fica retraído quando está lá
  • Ferimentos físicos inexplicáveis

Sempre reporte qualquer problema ao seu gerente, que lidará com a situação imediatamente.

Apoio ao aluno afetado:

  • Ouça e tranquilize-os, assegurando que você acredita neles
  • Leve as preocupações deles a sério
  • Discuta as opções deles e dê seguimento prontamente
  • Se um pai/responsável entrou em contato, defina um prazo de resolução e mantenha comunicação regular
  • Caso a situação não possa ser resolvida no centro, encaminhe imediatamente para a Sede
  • Mantenha registros precisos e continue monitorando a situação

Feedback e Informações Adicionais

O Language in Action recebe todos os feedbacks construtivos sobre esta e qualquer outra política escolar.

Para mais informações ou comentários, entre em contato com o Chefe de Departamento em
adam.ennis@malvernplc.com.